quarta-feira, 3 de junho de 2009

ARTIGO

Como comunicador, o indivduo tem o papel de informar, organizar, entre outras tarefas importantes em meio a sociedade.

Com o surgimento dos direitos humanos esse papel ficou ainda mais importante pois com ele surgiram vários movimentos, grupos socias para que possa expandir os direitos e deveres.

Juntamente com essas mudanças ocorridas pelo surgimento desses direitos, ocorre toda uma modificação na liberdade de relações de comunicação. A partir de então, todo cidadão têm o direito de se expressar, e ter acesso aos seus direitos e cumprir seus deveres.

E um dos maiores direitos, é o direito a informação, clara e objetiva, e o profissional de comunicação é um maior divulgador de informações, sendo assim responsável em colaborar com as difusões de noticias que agreguem valores e utilizem dos direitos e deveres do ser humano de forma ética.

Desta maneira, o comunicador social, exerce também o papel de construtor dos direitos, devido a seu senso critico de argumentação, perante a diversas situações, em que se exige a inquetação destes profissionais, e pricipalmente sua ética e responsabilidade em quaisquer momento de sua carreira.

Com todas essas informações concluímos que o papel do comunicador é de suma importancia na construção dos direitos humanos pois todos os valores agregados a esses direitos e deveres de todos os cidadãos tem como principal foco toda a sociedade. E é através da existência da sociedade que existe comunicação. O ato de relacionar só acontece por que todos nós cidadãos vivemos em sociedade...

domingo, 10 de maio de 2009

Relações Públicas

Relações Públicas - Profissional de Sucesso

    

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Entrevista com um RP

Entrevista com Wesley M. da Costa, 30 anos. Formado em Relações Públicas pelo UNI-BH. Atua como RP em sua própria empresa, Comunicação Objetiva.

O que te levou a fazer RP? 

Wesley: A diversidade do curso e a possibilidade de me enquadrar dentro de um mercado volátil e globalizado. 

Como está o mercado hoje para o RP? 

Wesley: O mercado oferece oportunidades diversas para aquele profissional que busca além de se capacitar se qualificar, o mercado é amplo e está carente de profissionais que atuam na área. 

O que você acha sobre a obrigatoriedade da formação acadêmica para o exercício da profissão? 

Wesley: É de extrema importância pois assim haverá um fortalecimento da profissão que ainda hoje é marginalizada e tem pouco reconhecimento no mercado e nas próprias organizações. Conheço colegas que fazem o trabalho de RP e não são formados na área. Como engenheiros, jornalistas e até contador.

Na sua opinião, qual a importância do Conselho Federal de Relações Públicas na defesa do exercício da profissão? Comente.

Wesley: Ruim, deveriam sem duvida ser mais atuante e fiscalizar e multar empresas que contratam RPs que não são RPs, deveriam se preocupar em proporcionar um ambiente satisfatório para nós profissionais no mercado. 

Quais as principais mudanças a web têm proporcionado ao RP? 

Wesley: A facilidade da comunicação além dos acontecimentos em tempo real tem facilitado e muito a vida do Relações Públicas uma vez que tal ferramenta se tornou indispensável para o trabalho desse profissional.

Qual é a maior dificuldade encontrada hoje no mercado de trabalho para um RP? 

Wesley: A marginalização da profissão sem duvida. O mercado absorve qualquer um para fazer a função que deveria ser de um profissional formado na área. 

Existem atividades próprias dos Relações Públicas que normalmente são exercidas por profissionais de outras áreas? Comente. 

Wesley: Sem dúvida. As funções de Relações Públicas estão expressas no decreto n.º 63.283, de 26/9/1968, que regulamentou a profissão. Consideram-se atividades específicas de Relações Públicas as que dizem respeito:

a) à orientação de dirigentes de instituições públicas ou privadas na formulação de políticas de Relações Públicas;

b) à promoção de maior integração da instituição na comunidade;

c) à informação e a orientação da opinião pública sobre os objetivos elevados de uma instituição;

d) ao assessoramento na solução de problemas institucionais que influem na posição da entidade perante a opinião pública.

e) ao planejamento e execução de campanhas de opinião pública;

f) à consultoria externa de Relações Públicas junto a dirigentes de instituições;

g) ao ensino de disciplinas específicas ou de técnicas de Relações Públicas.

Resumindo, planejar, implantar e desenvolver o processo total da comunicação institucional da organização como recurso estratégico de sua interação com seus diferentes públicos e ordenar TAIS ATIVIDADES SÀO EXERCICIDAS SIM POR PROFISSIONAIS NÃO QUALIFICADOS PARA TAL COMO CITADO ANTERIORMENTE. 

Na sua opinião existe um preconceito entre os profissionais da área de comunicação? Exemplo: o jornalista que critica o publicitário, que pro sua vez critica o RP... Comente. 

Wesley: Preconceito não seria bem a palavra. Existe sim uma concorrência sadia que faz com que o mercado da comunicação se torne cada vez mais importante para as organizações e para a sociedade uma vez que as atividades se completam.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Profissão: Publicitário

Renato Cavalher, presidente do Clube de Criação do Paraná, fala sobre como é a profissão e o que esperar do futuro.

Entrevista com uma publicitária














Entrevista com Larissa Assad Ramos, 23 anos, formada pelo Centro Universitário Una. Atua na Agência Foco de Publicidade e Cerimonial, na área de atendimento e criação.


Muitos publicitários não têm formação acadêmica. São formados pela prática.Qual sua opinião sobre isso?
Larissa: Acho que deveria existir uma regulamentação para que os publicitários formados possam atuar na área. Do jeito que está hoje qualquer pessoa pode atuar na área independente de terem uma formação acadêmica. Assim como na área do direito os recém formados devem passar por uma aprovação para que possam atuar, o mesmo deveria acontecer na publicidade.


O seu primeiro emprego foi na área de publicidade?
Larissa: A primeira vez que trabalhei não foi na área de publicidade não mas o meu primeiro estágio sim.


Você começou a estagiar muito cedo? Qual sua opinião sobre o estágio?
Larissa: Eu demorei um tempo para começar a estagiar. Na minha opinião é nessa fase que se aprende e se coloca em prática realmente o que nos foi ensinado. Na faculdade vemos muita teoria e pouca prática. E mesmo essa pouca prática que vemos não se compara com a realidade que nos espera lá fora. Portanto é somente no estágio que vemos o dia-a-dia da profissão assim como as suas particularidades e os seus maiores desafios.


Como e por que você resolveu ser publicitário?
Larissa: Foi um longo processo até que eu descobrisse a área da publicidade. Entrei na faculdade disposta a fazer cinema por gostar muito da área de produção, portanto o contato com outros alunos da publicidade e com o curso em si me fizeram ver que eu tinha uma afinidade muito maior com essa área. A publicidade nos permite trabalhar em uma variedade enorme de campos e percebi que poderia trabalhar com o que gostava também.


O que você mais gosta na profissão? E o que mais o incomoda?
Larissa: Gosto muito do fato de que não existem limites na publicidade. A cada dia ela inova e aparecem novidades a cada momento. Quanto mais diferente e inusitado melhor. A publicidade é assim, surpreendente, criativa, divertida e séria ao mesmo tempo. O que me incomoda é o fato de qualquer pessoa poder atuar na área independente de terem uma formação acadêmica.


Qual conselho você daria para quem quer seguir a carreira de publicitário?
Larissa: O conselho que eu daria para quem quer seguir na área é ter certeza de que é isso mesmo que ele quer antes de seguir em frente. O mercado publicitário hoje esta muito difícil e saturado portanto é preciso muita competência é força de vontade para poder fazer parte dele.

Quais os campos de atuação de um publicitário?
Larissa: O publicitário pode atuar numa variedade enorme de áreas. Ele pode trabalhar na criação seja na direção de arte ou redação, na mídia, como atendimento, pode ser dono de agencia, pode trabalhar com produção gráfica, na área comercial, enfim é uma variedade enorme de áreas que não limita a carreira de um publicitário a uma determinada função.

Qual o papel do CONAR na autoregulamentação publicitária?
Larissa: O Conar tem a atribuição de estabelecer normas éticas para as propagandas, de modo a evitar a veiculação de propagandas enganosas, ofensivo, abusivo.

Quais as principais mudanças a web tem proporcionado a publicidade?
Larissa: O jornal, o radio, a TV são exemplos de comunicação unilateral. A mensagem sai do anunciante e é transmitida a todos os consumidores da mesma forma. Já a web trouxe a interatividade, que é chamada de comunicação bilateral. A informação pode ser criada pelo próprio receptor, então nesta comunicação todos são anunciantes receptores. Um exemplo claro é a Wikipédia, que é chamada de a "enciclopédia livre". Nela você lendo um assunto, pode clicar para saber de outra coisa que tem ligação. Ela tem uma rede de informações interligadas. O imediatismo também é um grande diferencial deste veículo. Enquanto nos convencionais tem-se um prazo que o anuncio possa ser veiculado, na internet bastam apenas alguns minutos para que a modificação aconteça.

Como se encontra atualmente o Mercado de Trabalho na Publicidade?
Larissa: O mercado publicitário não está conseguindo suprir o alto numero de profissionais que estão se formando , e a crise mundial está fazendo com que as empresas reduzem a verba destinada à publicidade e recorrendo a comunicações alternativas para reduzirem os gastos.

Regulamentação publicitária: há, hoje, algum excesso legal que limita a Liberdade de criação/expressão?
Larissa: O Conar é o Conselho Nacional de Alto-regulamentação que tem como finalidade limitar a liberdade de criação/expressão. Nele estão dispostos normas éticas sobre a publicidade de alimentos, refrigerantes, automóveis, etc

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Entrevista com um jornalista


Entrevista com
Thiago Reis, 24 anos, jornalista formado pelo UNIBH.
Atua na Rádio Itatiaia, no departamento de esportes.
Autor do conhecidíssimo bordão "Seu nome, seu bairro?".




Está no jornalismo por prazer, recompensa financeira, ou ambos?

Thiago: Absoluto Prazer.

O que te levou a fazer jornalismo?

Thiago: Na verdade, eu já trabalhava na rádio antes da faculdade e fazer jornalismo se tornou quase uma obrigação. Mas não poderia ter escolhido nada melhor.

Como está o mercado hoje para o jornalista?

Thiago: Com o crescimento da diversidade de mídias, o mercado vem se expandindo e as portas se abrindo.

Quais os campos de atuação de um jornalista?

Thiago: Várias, as mais tradicionais são as mídias escritas, falada e televisiva. Vale ressaltar o crescimento da Internet que tem aberto um campo importante para todos nós.

O que você acha sobre a obrigatoriedade da formação acadêmica para o exercício da profissão?

Thiago: Acho fundamental e vai acontecer de maneira natural.

Cite pontos fortes e pontos que precisam ser revistos na Lei de imprensa, na sua opinião.

Thiago: Não opino sobre o tema por não ter um conhecimento mais aprofundado da questão.

Como você considera a atuação do sindicato dos jornalistas? Comente.

Thiago: Me parece uma atuação presente e vem aumentando com o passar dos anos.

Quais as principais mudanças a web tem proporcionado ao jornalismo?

Thiago: Um dinamismo ainda maior. Informação em tempo real é sempre benéfica, tanto para o público como para quem "vive da informação".

Qual é a maior dificuldade encontrada hoje no mercado de trabalho para um jornalista?

Thiago: Na minha opinião a maior dificuldade é para entrar no mercado. Depois vai depender muito da competência e persistência do profissional.

Você acha que até hoje existe uma certa repressão do governo brasileiro quanto à liberdade de expressão?

Thiago: Honestamente não acredito. Ao menos nunca vivi nada neste sentido.


Você já sofreu algum tipo de pressão para "abafar" alguma notícia que gostaria de publicar? Comente sobre o caso.

Thiago: Nunca.

Na sua opinião existe um preconceito entre os profissionais da área de comunicação? Exemplo: o jornalista que critica o publicitário, que pro sua vez critica o RP... Comente.
Thiago: Também não acredito. Acho que todas as áreas se completam.

terça-feira, 21 de abril de 2009

ARTIGO

Vivemos, hoje, em uma sociedade liberta de censuras, onde existem vários meios de comunicação e uma facilidade enorme de obtermos informações globais. No entanto, até hoje, nos deparamos com problemas graves que ainda perduram com o passar dos anos,. A falta de liberdade de expressão. Alguns fatos relatam esse problema claramente.Um exemplo é o documentário: ”LIBERDADE essa palavra” feito por estudantes da área de comunicação da UFMG e, dirigido por Marcelo Chaves, relata claramente o que alguns jornalistas sofreram a ainda sofrem por exporem na mídia fatos que certos governantes procuram esconder. Como no caso do Governador Aécio Neves. Citado no documentário, ele está sendo acusado de "abafar" vários casos, inclusive tirando do ar reportagens ao vivo, afastando os profissionais que se preocupam em passar as informações verdadeiras.

Ocorre um conflito muito grande entre esse dois lados, pois, o papel do profissional de comunicação seria, justamente, de levar a informação clara e objetiva a toda a população. Porém, o governo com todo o seu poder, não permite a publicação do que realmente seria a informação clara, ou seja, a verdade sobre os fatos. O resultado disso, são noticias muitas vezes publicadas de forma distorcida e irreal, levando outra impressão ao público que a lê, ouve ou a assiste.

O que acontece, muitas das vezes, é um acordo empresarial.Pessoas na área de comunicação que dependem de verbas do governo e acabam omitindo e manipulando as notícias. Sendo assim, vários profissionais da área de comunicação trabalham sobre pressão dos que estão envolvidos com o governo entre outras organizações.

Resta a nós leitores é procurarmos diferentes fontes de uma mesma informação, e compararmos as notícias Assumir um papel de críticos e cobrarmos, cada vez mais, tanto de nossos governantes, quanto de nossos meios de comunicação, uma mensagem clara do que realmente acontece no nosso cotidiano.

Censura na Imprensa

Filme que fala sobre as relações entre Aécio Neves, TV Globo e Estado de Minas. Produzido para a Current TV e exibido nos EUA e Inglaterra.


sábado, 18 de abril de 2009

Profissão Jornalismo

Mercado de trabalho, faixa salarial, tendências para o jornalista do séc. XXI.
Assista o vídeo sobre a profissão: