terça-feira, 21 de abril de 2009

ARTIGO

Vivemos, hoje, em uma sociedade liberta de censuras, onde existem vários meios de comunicação e uma facilidade enorme de obtermos informações globais. No entanto, até hoje, nos deparamos com problemas graves que ainda perduram com o passar dos anos,. A falta de liberdade de expressão. Alguns fatos relatam esse problema claramente.Um exemplo é o documentário: ”LIBERDADE essa palavra” feito por estudantes da área de comunicação da UFMG e, dirigido por Marcelo Chaves, relata claramente o que alguns jornalistas sofreram a ainda sofrem por exporem na mídia fatos que certos governantes procuram esconder. Como no caso do Governador Aécio Neves. Citado no documentário, ele está sendo acusado de "abafar" vários casos, inclusive tirando do ar reportagens ao vivo, afastando os profissionais que se preocupam em passar as informações verdadeiras.

Ocorre um conflito muito grande entre esse dois lados, pois, o papel do profissional de comunicação seria, justamente, de levar a informação clara e objetiva a toda a população. Porém, o governo com todo o seu poder, não permite a publicação do que realmente seria a informação clara, ou seja, a verdade sobre os fatos. O resultado disso, são noticias muitas vezes publicadas de forma distorcida e irreal, levando outra impressão ao público que a lê, ouve ou a assiste.

O que acontece, muitas das vezes, é um acordo empresarial.Pessoas na área de comunicação que dependem de verbas do governo e acabam omitindo e manipulando as notícias. Sendo assim, vários profissionais da área de comunicação trabalham sobre pressão dos que estão envolvidos com o governo entre outras organizações.

Resta a nós leitores é procurarmos diferentes fontes de uma mesma informação, e compararmos as notícias Assumir um papel de críticos e cobrarmos, cada vez mais, tanto de nossos governantes, quanto de nossos meios de comunicação, uma mensagem clara do que realmente acontece no nosso cotidiano.

2 comentários:

  1. Ou seja: consumir informação, mas através do que chamamos de "leitura crítica", certo?

    Abraço e parabéns pelo blog.

    Luiz Oliveira

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